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O sol não é nosso amigo!

por Lavender, em 13.07.18

Todo o mundo ama o Verão. Eu não.

Porque ainda ninguém deu-me razões válidas. 

Praia não é uma razão válida gente. Porque também posso meter o rabo na banheira fria e faz o mesmo efeito.

Andar semi nua na tentativa de ter uma cor bonita também não me convence. 

O sol não vosso amigo, ele queima a vossa pelzinha e deixa manchas foleiras na cara e depois têm que pagar balúrdios para tentar, sim tentar, corrigir essas manchas. 

Verão é igual a mosquitos, a pele pegajosa, a transpiração e manchas da mesma, a ter os pés quentes e não conseguir dormir de noite.

O Verão não é bom para namorar, não me venham com estudos da treta. Abraçar alguém com este calor é tortura, já experimentaram tentar ter uma conversa, ultimamente é "cala-te que está muito calor e eu não quero falar disso agora, falamos no Inverno"

Estou mesmo a precisar de férias. 

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publicado às 12:20

Gosto do Verão, juro que sim

por Lavender, em 16.08.17

Mas o meu cabelo sofre, cai mais, e eu tenho que voltar às vitaminas e ao spray que cheira mal e rezar a todos os santinhos que ele se aguente.

O calor faz mal às ideias, só queremos o cabelo curto, quando mais curto melhor. Aguentem-se minhas amigas, sejam fortes. 

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publicado às 11:20

About summer

por Lavender, em 24.09.16

Supostamente o verano se foi, encontrei a imagem perfeitinha que reflete o meu verão, tendo em conta que não andei no modo vamos-para-praia-todos-os-dias, até porque não fui. Não houve pézinho na areia, nem no mar, nem esplanadas, nem o raio que me parta (okey desculpem, emocionei-me com a escrita). 

Pode ser que se faça sol em Outubro, já que aqui a vossa amiga vai de férias. 

Mi aguardji 

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publicado às 10:47

Notas de uma Pseudo emigrante

por Lavender, em 05.10.15

Não posso considerar-me uma verdadeira emigrante, não sei porquê, acho que a emigração é outra coisa, é estar no desconhecido sozinha que nem bicho do mato, ter que procurar casa, trabalho, não ter nada nem ninguém.

Não foi o meu caso, sabia mais ou menos ao que ia,eram três meses, ainda não tinha trabalho, mas tinha lugar para ficar, o que não invalida o facto que se não pagasse renda estaria no olho da rua. 

Tive sorte, consegui arranjar trabalho num instante como empregada de mesa num restaurante que, ironicamente era Brasileiro, mas o pessoal era quase todo Português e muitas vezes eram uns cabrões uns para os outros, pareciam uns selvagens, não perdiam a mínima oportunidade para fazer queixinhas e coisas do género. 

Cheguei à conclusão que trabalhei numa cresce.

 

publicado às 18:24


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